quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Uma dica
Acabei mesmo agora de ver este filme.
Não é um filme tão antigo quanto isso, é de 2003.
Mas acho espectacular a banda sonora do filme, o cuidado das filmagens, filmando pequenos promenores, o narrador que na realidade é o protagonista do filme, retratado nas bandas desenhadas que escreve e que publicou nos livros " American Splendor". Acabando assim pelo filme no seu todo ser uma banda desenhada.
Além de que os papeis dos actores estão muito bem escolhidos bem como o seu humor inteligente. Achei bastante bem feito o filme e bastante alternativo.
Mas que bem
Aconselho:)
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Eis a questão
Porque é que a boi muge quando a vaca passa?
Essas cabecinhas a pensar:)
Só digo isto: MAS QUE BEM!
Essas cabecinhas a pensar:)
Só digo isto: MAS QUE BEM!
sábado, 21 de novembro de 2009
Complicadote
Não é fácil dizer que se ama alguém mesmo que se ame de verdade. O problema nem é do sentimento em si - amar é facílimo - mas sim da palavra propriamente dita. A haver um novo acordo ortográfico – que discordo em absoluto - deveria prever-se a inclusão de uma palavra para substituir esta. Como se fosse um código que só nós soubéssemos. Chegaríamos perto de uma mulher e com voz de Clint Eastwood nas Pontes de Madison County diríamos algo como : “ Eu 1-5-6-9-8 r-h-z ! “. E assim, ela chegada a casa com uma tabela de códigos descodificadores do amor, perceberia que lhe havíamos declarado o nosso e diria em tom ofegante “ Aquele palerma ama-me, valha-me deus!
Mas nada nos vale. O amor devia ter um clube privado onde teriam acesso apenas e só as pessoas que estavam interessadas em obtê-lo. Chegávamos á porta, mostrávamos o cartão de cliente e já lá dentro, se o quiséssemos ter mais de perto, pediamos uma espécie de table dance sem ninguém ver. Os brasileiros têm uma expressão que diz assim : “ O amor dançou!”. E eu não tenho dúvidas que se referem a isto.
E se me permitem, digo mais. O “te amo ” dos brasileiros soa francamente melhor que o “Amo-te” dos portugueses e eu não sei se isto não será culpa das novelas ou possivelmente da Maitê Proença. Há mais anos de “te amo” novelístico brasileiro do que “amo-te” vila faiense, de tal modo, que eu aqui duvido veementemente, que possa ter existido a palavra amo-te antes da telenovela Vila Faia. De tudo o que eu pesquisei - e posso assegurar-vos que cheguei a ir à torre do tombo para me certificar que não estaria aqui a dizer uma tontice - tudo indica que o primeiro amo-te português, ouçam bem, foi dito com irrepreensível bidodez pelo célebre João Godunha à empregada doméstica Conceição, num estreito corredor de acesso à cozinha principal da novela portuguesa. Godunha disse “Amo-te” . Diz a lenda, que ela terá respondido “ Eu também”.
Encontrei este post no blog do Fernando Alvim e não pude deixar de postar aqui. Achei piadad à ideia:)
http://esperobemquenao.blogspot.com/
Se quiserem conferir vejam ao site dele, está no post de 18 de Novembro.
Mas que bem!
Mas nada nos vale. O amor devia ter um clube privado onde teriam acesso apenas e só as pessoas que estavam interessadas em obtê-lo. Chegávamos á porta, mostrávamos o cartão de cliente e já lá dentro, se o quiséssemos ter mais de perto, pediamos uma espécie de table dance sem ninguém ver. Os brasileiros têm uma expressão que diz assim : “ O amor dançou!”. E eu não tenho dúvidas que se referem a isto.
E se me permitem, digo mais. O “te amo ” dos brasileiros soa francamente melhor que o “Amo-te” dos portugueses e eu não sei se isto não será culpa das novelas ou possivelmente da Maitê Proença. Há mais anos de “te amo” novelístico brasileiro do que “amo-te” vila faiense, de tal modo, que eu aqui duvido veementemente, que possa ter existido a palavra amo-te antes da telenovela Vila Faia. De tudo o que eu pesquisei - e posso assegurar-vos que cheguei a ir à torre do tombo para me certificar que não estaria aqui a dizer uma tontice - tudo indica que o primeiro amo-te português, ouçam bem, foi dito com irrepreensível bidodez pelo célebre João Godunha à empregada doméstica Conceição, num estreito corredor de acesso à cozinha principal da novela portuguesa. Godunha disse “Amo-te” . Diz a lenda, que ela terá respondido “ Eu também”.
Encontrei este post no blog do Fernando Alvim e não pude deixar de postar aqui. Achei piadad à ideia:)
http://esperobemquenao.blogspot.com/
Se quiserem conferir vejam ao site dele, está no post de 18 de Novembro.
Mas que bem!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
It´s good to me:D
Tomem atenção ao refrão!
Que coisa tão bonita!!
barriguinha cheia de felicidade hoje:D:D:D:D:D
Mas que bem!
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